Márcio "CG" Rodrigues de Paula

Médico anestesista

Vocais

Flauta

Saxofone


CG!

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CG

Sou jundiaiense “da gema”, nascido em 15 de Dezembro de 1962, um belo ano. A Marilyn Monroe se matou, o Brasil ficou bi mundial de futebol, os EUA começaram a mandar “consultores” ao Vietnam, os Beatles lançavam seu primeiro disco...cacete, já dizia o Cazuza, o tempo não pára.

Sou um cara de sorte. Cresci em uma família unida e amorosa, pude aproveitar as oportunidades que a vida me deu. Formei-me em Medicina em 1987 pela FMJ, passei um ano servindo a Mãe-Pátria como oficial médico no 12 GAC, fiz a residência médica de Anestesiologia na Unicamp, voltei pra Jundiaí. Juntei poucos e bons amigos, entre eles meus brothers do NEP.

Ahhh, Rock...adoro ROCK, assim mesmo, com letras maiúsculas. Comecei a tocar flauta transversal com 14 anos, por influência dos discos do Jethro Tull – Ian Anderson é o cara! – e sax aos 17, meio de orelhada. Formei com alguns amigos a banda “Delirium Tremens”, depois a “Estação”. Fica aqui um abraço pros malucos: Neno Guedes, Carlos “Miller”, Paulo Mico, Cassiano, Cláudio “Bíceps”, Jorge. Bons tempos, de boas influências como Talking Heads, Smiths, Depeche Mode, King Crimson, Duran Duran, Peter Gabriel, Joy Division, Billy Idol...

Passei um bom tempo “ralando” depois que me formei, bem feito, quem mandou fazer Medicina? Amo a maldita mas ela te consome, cara...os manda-chuvas dos grupos médicos conseguiram fazer da Medicina uma grande merda, mas isso é outra história. Num desses plantões, em 1993, meu amigo Lega me falou de dois colegas médicos que tocavam e cantavam – nada mal, pensei, vamos ver o que rola. O que rolou foi muito melhor do que eu podia esperar: ali estavam, numa chácara, dois caras que tocavam tudo o que eu gostava de ouvir, que tomavam tudo o que eu gostava de tomar, que riam como eu gosto de rir. Incrível, em poucas horas aquilo parecia uma relação de anos...coisa de outra encarnação? Sei lá, os anos foram passando, o Dib se integrou assim como o Egídio, tudo virou uma grande curtição. Hoje o “Não Estamos de Plantão” faz parte do álbum de recordações que vou levar quando partir, assim como tantos outros momentos felizes. Afinal de contas, sou um cara de sorte, lembram-se?